Reflexões
sobre práticas pedagógicas diversas do educador
ANTUNES,
Celso. Professores e professauros: reflexões sobre a aula e práticas
pedagógicas diversas. Petrópolis: Editora Vozes, 2012[1]
EDUCADOR

D –
“Didática” estou seriamente
empenhado em descobrir meios para fazer a minha aula, um afetivo instrumento de
construção de saberes que aflora a competências? Ensino, realmente, meu aluno a
fazer?
U – “União” constitui ferramenta
essencial para um ensino eficiente. Não apenas ajudo os meus alunos, mas me
aprimoro sempre na busca mais de cada vez mais aprender a viver juntos?
C - “Confiança em meu aluno” sou capaz de perceber que as suas dificuldades e as suas
limitações decorrem não da sua, mas da minha condição de educador? Se algum
aluno não aprende como o meu jeito de ensinar, sou criativo para ajudá-lo em
seu jeito de aprender?
A –
“Administrador de competências” efetivamente a minha aula ensina o meu aluno a perguntar, investigar,
pesquisar, comparar, analisar, sintetizar, classificar, aplicar. Enfim, a
exercer capacidade em aprender?
D -
“Domínio” sobre os saberes que
envolvem as matérias transmitidas em minhas aulas. Se não apenas o que informo,
mas descubro estratégias para transformar informações em conhecimentos em
informação?
O - “Optimista” creio que não existe educação sem transformação, mas
acredito no poder transformador de meus alunos, não apenas pelos sabres da
disciplina que aprendem a contextualizar, mas pelos valores que exercitam?
R –
“Relações interpessoais” o educador
jamais pode abdicar da sua responsabilidade de ajudar seus alunos a fazerem-se
amigos de si mesmo e a construírem relações de amizade com outros e, para que
isso ocorra, não basta a intenção, é essencial saber “quando” e saber “como
fazer”, e esse fazer implica conhecer procedimentos para promover relações
sólidas e significativo entre o aluno. O educador não nasce pronto. Forma-se ao
logo da sua própria caminhada de professor, observando em sua experiência, esta
ou aquela ação, este ou aquele cuidado. É por essa razão que esse acróstico
serve mesmo como ilustração e mais como proposta de início de uma autoavaliação.
Ao repensar sua prática pedagógica espera-se que o professor pontue cada uma
das letras que forma esse acróstico, descobrindo em quais está pronto e em
quais é necessário evoluir. Como esta intenção, descobrirá que o acróstico é
incompleto e que um verdadeiro educador agrega a sua ação ainda outros
procedimentos. Mas com serenidade saberá identifica-los e incorporá-los,
distanciando-se cada vez mais as rotinas de professauros.
[1]
Currículo: Celso Antunes
– nascido em São Paulo, 1937
formação: bacharelado e licenciatura: geografia – especialista em inteligência e cognição – mestre em ciências humanas, universidade de Pão Paulo, 1968/1972 .
formação: bacharelado e licenciatura: geografia – especialista em inteligência e cognição – mestre em ciências humanas, universidade de Pão Paulo, 1968/1972 .
Atuação:
ü Membro da associação internacional pelos
direito da criança brincar (UNESCO); Embajador de la educacion – organización
de estados americanos; Membro fundador da entidade “todos pela educação”; Consultor
educacional da fundação roberto marinho (canal futura); Exército brasileiro –
colaborador emérito
Produção intelectual:
ü Autor de mais de 180 livros didáticos –
ed. Do brasil, ed. Scipione. Ed ao livro técnico e outras; Autor de cerca de
100 livros sobre temas de educação – ed. Vozes. Ed. Papirus. Editora paulus,
editora loyola, ed. Artmed. Ed. Rovelle ed. Ciranda cultural e outras; Obras
traduzidas: argentina, méxico, peru, colômbia, espanha, portugal e outros
países.
Palestras e cursos:
ü Ministrou palestras e cursos em todos os
estados do país, mais de 500 municípios;
ü Ministrou palestras e cursos na
argentina, uruguai, peru, méxico, portugal, espanha e outros países.
Fonte: http://www.celsoantunes.com.br/biografia/
Fonte: http://www.celsoantunes.com.br/biografia/